
Apostila da Haia e autenticação de diploma para o Revalida: o que é, onde fazer e a situação de cada país
Apostila da Haia e autenticação de diploma para o Revalida: o que é, onde fazer e a situação de cada país
Apostila da Haia e autenticação de diploma para o Revalida: o que é, onde fazer e a situação de cada país
6 Minutos
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Educacional
Todo documento estrangeiro usado no Revalida precisa de autenticação, e o edital aceita dois caminhos: a Apostila da Convenção da Haia ou a legalização pela autoridade consular brasileira. Qual dos dois vale para você depende de um único fator: se o país que emitiu o documento é signatário da Convenção. Veja a situação dos principais países de origem dos candidatos, o passo a passo e os erros que atrasam meses.
Todo documento estrangeiro usado no Revalida precisa de autenticação, e o edital aceita dois caminhos: a Apostila da Convenção da Haia ou a legalização pela autoridade consular brasileira. Qual dos dois vale para você depende de um único fator: se o país que emitiu o documento é signatário da Convenção. Veja a situação dos principais países de origem dos candidatos, o passo a passo e os erros que atrasam meses.
O que é a Apostila da Haia
A Apostila é um certificado padronizado que autentica a origem de um documento público para uso em outro país signatário da Convenção da Haia de 1961. Ela substitui a antiga cadeia de legalizações (cartório, ministério, consulado) por um único certificado emitido no país de origem do documento. O Brasil aderiu à Convenção em 2016, e desde então documentos apostilados no exterior têm validade direta aqui, sem passar pelo consulado brasileiro.
A situação do seu país
Verificado na tabela oficial da Conferência da Haia (HCCH) em setembro de 2026:
País | Situação | O que fazer com o diploma |
|---|---|---|
Argentina | Signatário desde 1988 | Apostilar no país |
Bolívia | Signatário desde 2018 | Apostilar no país |
Chile | Signatário desde 2016 | Apostilar no país |
Colômbia | Signatário desde 2001 | Apostilar no país |
Equador | Signatário desde 2005 | Apostilar no país |
Paraguai | Signatário desde 2014 | Apostilar no país |
Peru | Signatário desde 2010 | Apostilar no país |
Uruguai | Signatário desde 2012 | Apostilar no país |
Venezuela | Signatário desde 1999 | Apostilar no país |
México | Signatário desde 1995 | Apostilar no país |
República Dominicana | Signatário desde 2009 | Apostilar no país |
Rússia | Signatário desde 1992 | Apostilar no país |
Portugal, Espanha, Itália, Estados Unidos | Signatários | Apostilar no país |
Cuba | Não signatário | Legalização no consulado brasileiro em Cuba |
Haiti | Não signatário | Legalização no consulado brasileiro |
Angola, Moçambique, Guiné-Bissau | Não signatários | Legalização no consulado brasileiro |
A lista completa e atualizada está no site da HCCH; países aderem com frequência, por isso confirme a sua situação antes de iniciar o trâmite.
Apostila ou consulado: a diferença prática
Para países signatários, você apostila o diploma na autoridade designada pelo próprio país (ministério das relações exteriores, ministério da educação, cartórios ou tribunais, conforme o caso) e pronto: o documento vale no Brasil. Para países não signatários, o caminho é a legalização consular: em geral, autenticação prévia pelo ministério local e depois legalização no consulado ou embaixada do Brasil naquele país. É mais lento e exige agendamento, o que torna o planejamento ainda mais importante para candidatos de Cuba, por exemplo.
O que apostilar
O diploma de graduação em Medicina ou, se ainda em trâmite, o certificado ou declaração de conclusão aceito pelo edital, e o histórico escolar quando a universidade revalidadora exigir. A Apostila autentica a assinatura e o selo do documento, não o conteúdo: uma declaração incompleta apostilada continua incompleta.
Tradução: quando é preciso
O edital do Revalida exige tradução juramentada quando o documento está em idioma diferente de português, inglês, francês ou espanhol. Para a maioria dos candidatos hispanohablantes, não há tradução obrigatória para o exame. Candidatos de países como Rússia precisam de tradução juramentada. Atenção: o processo de revalidação pela universidade, depois da aprovação, pode ter exigência própria. A Apostila em si não precisa de tradução, ela é multilíngue por padrão.
Os erros que custam meses
Apostilar no Brasil um documento emitido no exterior: a Apostila é sempre feita no país emissor. Apostilar antes de registrar o diploma no órgão de educação local, quando o país exige o registro. Deixar para a semana do envio da documentação, quando o trâmite leva semanas em vários países. E contratar despachantes que prometem "apostila internacional" fora do país emissor.
Ordem certa do processo
Confirmar a situação do país emissor na tabela acima ou no site da HCCH.
Garantir que o diploma está registrado no órgão de educação do país, se exigido.
Apostilar no país de origem ou, se não signatário, legalizar no consulado brasileiro.
Providenciar tradução juramentada só se o idioma exigir.
Digitalizar em boa qualidade e guardar original e cópia.
Enviar pelo Sistema Revalida dentro da janela do edital.
Perguntas frequentes
O que é a Apostila da Haia? Um certificado padronizado que autentica documentos públicos entre países signatários da Convenção da Haia de 1961, dispensando a legalização consular. O Brasil é signatário desde 2016.
Diploma de Cuba pode ser apostilado? Não. Cuba não é signatária da Convenção, então o caminho é a legalização no consulado brasileiro em Cuba.
Diploma da Venezuela ou do Paraguai precisa de consulado? Não. Os dois países são signatários (Venezuela desde 1999, Paraguai desde 2014): basta apostilar no país de origem.
Diploma em espanhol precisa de tradução? Para o Revalida, não. O edital dispensa tradução para português, inglês, francês e espanhol.
Confirme eventuais retificações no Portal do INEP. Nossa assessoria revisa sua documentação, país por país, antes de cada envio. Fale com um especialista.
O que é a Apostila da Haia
A Apostila é um certificado padronizado que autentica a origem de um documento público para uso em outro país signatário da Convenção da Haia de 1961. Ela substitui a antiga cadeia de legalizações (cartório, ministério, consulado) por um único certificado emitido no país de origem do documento. O Brasil aderiu à Convenção em 2016, e desde então documentos apostilados no exterior têm validade direta aqui, sem passar pelo consulado brasileiro.
A situação do seu país
Verificado na tabela oficial da Conferência da Haia (HCCH) em setembro de 2026:
País | Situação | O que fazer com o diploma |
|---|---|---|
Argentina | Signatário desde 1988 | Apostilar no país |
Bolívia | Signatário desde 2018 | Apostilar no país |
Chile | Signatário desde 2016 | Apostilar no país |
Colômbia | Signatário desde 2001 | Apostilar no país |
Equador | Signatário desde 2005 | Apostilar no país |
Paraguai | Signatário desde 2014 | Apostilar no país |
Peru | Signatário desde 2010 | Apostilar no país |
Uruguai | Signatário desde 2012 | Apostilar no país |
Venezuela | Signatário desde 1999 | Apostilar no país |
México | Signatário desde 1995 | Apostilar no país |
República Dominicana | Signatário desde 2009 | Apostilar no país |
Rússia | Signatário desde 1992 | Apostilar no país |
Portugal, Espanha, Itália, Estados Unidos | Signatários | Apostilar no país |
Cuba | Não signatário | Legalização no consulado brasileiro em Cuba |
Haiti | Não signatário | Legalização no consulado brasileiro |
Angola, Moçambique, Guiné-Bissau | Não signatários | Legalização no consulado brasileiro |
A lista completa e atualizada está no site da HCCH; países aderem com frequência, por isso confirme a sua situação antes de iniciar o trâmite.
Apostila ou consulado: a diferença prática
Para países signatários, você apostila o diploma na autoridade designada pelo próprio país (ministério das relações exteriores, ministério da educação, cartórios ou tribunais, conforme o caso) e pronto: o documento vale no Brasil. Para países não signatários, o caminho é a legalização consular: em geral, autenticação prévia pelo ministério local e depois legalização no consulado ou embaixada do Brasil naquele país. É mais lento e exige agendamento, o que torna o planejamento ainda mais importante para candidatos de Cuba, por exemplo.
O que apostilar
O diploma de graduação em Medicina ou, se ainda em trâmite, o certificado ou declaração de conclusão aceito pelo edital, e o histórico escolar quando a universidade revalidadora exigir. A Apostila autentica a assinatura e o selo do documento, não o conteúdo: uma declaração incompleta apostilada continua incompleta.
Tradução: quando é preciso
O edital do Revalida exige tradução juramentada quando o documento está em idioma diferente de português, inglês, francês ou espanhol. Para a maioria dos candidatos hispanohablantes, não há tradução obrigatória para o exame. Candidatos de países como Rússia precisam de tradução juramentada. Atenção: o processo de revalidação pela universidade, depois da aprovação, pode ter exigência própria. A Apostila em si não precisa de tradução, ela é multilíngue por padrão.
Os erros que custam meses
Apostilar no Brasil um documento emitido no exterior: a Apostila é sempre feita no país emissor. Apostilar antes de registrar o diploma no órgão de educação local, quando o país exige o registro. Deixar para a semana do envio da documentação, quando o trâmite leva semanas em vários países. E contratar despachantes que prometem "apostila internacional" fora do país emissor.
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Perguntas frequentes
O que é a Apostila da Haia? Um certificado padronizado que autentica documentos públicos entre países signatários da Convenção da Haia de 1961, dispensando a legalização consular. O Brasil é signatário desde 2016.
Diploma de Cuba pode ser apostilado? Não. Cuba não é signatária da Convenção, então o caminho é a legalização no consulado brasileiro em Cuba.
Diploma da Venezuela ou do Paraguai precisa de consulado? Não. Os dois países são signatários (Venezuela desde 1999, Paraguai desde 2014): basta apostilar no país de origem.
Diploma em espanhol precisa de tradução? Para o Revalida, não. O edital dispensa tradução para português, inglês, francês e espanhol.
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