Bronquiolite no Revalida: o guia do Ministério da Saúde de 2026
Bronquiolite no Revalida: o guia do Ministério da Saúde de 2026
Bronquiolite no Revalida: o guia do Ministério da Saúde de 2026
10 Minutos
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Educacional
Bronquiolite é a principal causa de internação em menores de 2 anos e uma das questões mais previsíveis de pediatria no Revalida: a banca descreve um lactente chiando no inverno e pergunta o que fazer, e a resposta certa é quase sempre o que não fazer. Em 2026 o Ministério da Saúde publicou o primeiro guia nacional de manejo e o nirsevimabe entrou no SUS. Veja o que mudou e como cai na prova.
Bronquiolite é a principal causa de internação em menores de 2 anos e uma das questões mais previsíveis de pediatria no Revalida: a banca descreve um lactente chiando no inverno e pergunta o que fazer, e a resposta certa é quase sempre o que não fazer. Em 2026 o Ministério da Saúde publicou o primeiro guia nacional de manejo e o nirsevimabe entrou no SUS. Veja o que mudou e como cai na prova.
O que é, quem causa e quando
Bronquiolite viral aguda é a síndrome de dificuldade respiratória em menores de 2 anos causada por infecção viral aguda com inflamação das vias aéreas inferiores. O vírus sincicial respiratório responde por até 80% dos casos; o rinovírus vem em segundo. No Brasil, o VSR circula com mais força de fevereiro a agosto, e quase todas as crianças são infectadas até o fim do segundo ano de vida; as formas graves são mais comuns na primeira infecção.

Resumo visual do tema. Fonte: Guia de manejo clínico da bronquiolite, Ministério da Saúde, 2026.
Quem corre mais risco de gravidade
Prematuridade abaixo de 37 semanas, baixo peso ao nascer, idade inferior a 12 meses e sobretudo abaixo de 6, displasia broncopulmonar, imunodeficiências, defeitos anatômicos das vias aéreas, cardiopatia congênita com repercussão hemodinâmica, doença neuromuscular, trissomia do 21 e fibrose cística. Tabagismo passivo, poluição e desmame precoce também pesam.
Diagnóstico: clínico, sem radiografia
Começa como resfriado, com rinorreia e obstrução nasal, e entre o 3º e o 5º dia aparecem os sinais de via aérea inferior: tosse, taquipneia, sibilos, crepitações, uso de musculatura acessória. Febre baixa pode existir. O pico de gravidade é entre o 3º e o 5º dia, e a tosse pode durar 3 a 4 semanas.
Radiografia de tórax não é rotina: leva a condutas desnecessárias e não distingue bronquiolite de pneumonia bacteriana. Fica para casos graves ou evolução desfavorável. Hemograma e proteínas de fase aguda só em caso grave ou dúvida. Teste viral por RT-PCR em hospitalizados com síndrome respiratória aguda grave, para isolamento e para evitar antibiótico.
Classificar a gravidade
Leve | Moderada | Grave | |
|---|---|---|---|
Nível de consciência | Normal | Normal ou irritabilidade leve | Irritabilidade ou letargia |
Padrão respiratório | Sem desconforto ou taquipneia leve | Taquipneia e/ou esforço moderado, retrações moderadas, sem gemência | Desconforto grave: retrações, gemência, batimento de asas nasais, balanço toracoabdominal |
Saturação em ar ambiente | Maior que 92% | 90% a 92% | Menor que 90% |
Apneia | Não | Não | Pode ter episódios frequentes ou prolongados |
Alimentação | Normal | Normal ou com dificuldade | Recusa alimentar |
Taquipneia por idade: mais de 60 irpm abaixo de 2 meses, mais de 50 de 2 meses a 1 ano, mais de 40 de 1 a 5 anos. Caso crítico é o que tem desidratação grave ou falência respiratória iminente.
Leve: casa, com orientação
Nenhuma intervenção farmacológica. Hidratação e alimentação, higiene nasal com soro fisiológico, antitérmico se precisar, higiene das mãos, evitar contato com outras pessoas e fumaça. Sem descongestionante e sem xarope para tosse. Retorno imediato nos sinais de alerta: dificuldade para mamar ou beber, vômitos frequentes, agitação ou letargia, convulsão, sinais de desidratação, cianose, choro fraco, aumento da frequência respiratória ou tiragem, gemência, estridor, apneia. Menor de 2 meses, mesmo leve, deve ter internação considerada.
Moderada e grave: hospital, com suporte
O manejo é suporte e monitorização. Não existe fármaco que mude o curso da doença.
Oxigênio umidificado por cateter nasal, 1 a 3 L/min, ou máscara, quando a saturação persiste em 92% ou menos ou há esforço persistente. Esforço que persiste mesmo com saturação boa é alerta para escalonar o suporte, como cânula nasal de alto fluxo.
Alimentação oral se o padrão respiratório permitir, em pequenas ofertas frequentes. Se não tolera, sonda gástrica antes de hidratação venosa, qualquer que seja o suporte ventilatório; cânula de alto fluxo não contraindica dieta oral. Venosa só com desidratação ou intolerância à sonda, com cautela: excesso congesta o pulmão, e a hiponatremia é comum. Fluidos hipotônicos não devem ser usados.
Tratar a febre, que aumenta taquipneia e perda de líquidos.
Aspiração nasal profunda não é rotina; pode piorar o edema.
Monitorar frequências, saturação, esforço, ingestão e diurese; monitorização contínua em alto fluxo, ventilação ou risco de apneia, como prematuros e menores de 2 meses.
O que o guia manda não fazer
Antibiótico sem evidência de infecção bacteriana. Broncodilatador, porque o mecanismo é edema e secreção, não broncoespasmo, e a prova terapêutica com salbutamol não é recomendada quando o diagnóstico é claro. Corticoide, sistêmico ou inalado, sem benefício na Cochrane com 17 ensaios. Adrenalina. Solução salina hipertônica nebulizada, com evidência inconsistente e eventos adversos. Montelucaste. Fisioterapia respiratória de rotina, reservada a casos individualizados com doença neuromuscular ou em ventilação mecânica.
Alta
Estabilidade clínica por pelo menos 12 horas, saturação acima de 92% em ar ambiente, melhora do padrão respiratório, ingestão suficiente para não desidratar e pais orientados. Tosse que passa de 4 semanas pede avaliação de tosse crônica.
Complicações
Desidratação, atelectasia, apneia, pneumotórax e sibilância recorrente. Apneia é típica do prematuro e do menor de 2 meses e é fator de risco para ventilação mecânica. Quem teve bronquiolite tem risco cerca de 2,4 vezes maior de sibilância recorrente e asma. Bronquiolite obliterante é rara e associada ao adenovírus.
Prevenção: as duas novidades do SUS
Vacina contra o VSR na gestante, a partir da 28ª semana, incorporada em 2025, protege o recém-nascido pelos anticorpos transferidos. Entra no calendário vacinal da criança pela via materna.
Nirsevimabe, anticorpo monoclonal de dose única por temporada, incorporado em 2025 e com protocolo de uso aprovado em março de 2026. Quem recebe no SUS:
Grupo | Quando |
|---|---|
Nascidos com menos de 37 semanas, qualquer peso, independentemente da vacina materna | O ano todo, de preferência ainda na maternidade |
Até 24 meses com cardiopatia congênita com repercussão, displasia broncopulmonar, imunocomprometimento grave, síndrome de Down, fibrose cística, doença neuromuscular ou anomalia congênita de via aérea | No período sazonal, fevereiro a agosto |
A segunda temporada só para quem tem comorbidade; prematuro sem comorbidade não repete. O palivizumabe, de 2012, cobria apenas prematuros de 28 semanas ou menos e exigia cinco doses mensais. Cardiopatia sem repercussão, como CIA ostium secundum pequena, CIV pequena ou persistência do canal arterial, não tem indicação.
Como cai na prova
O que a banca pergunta | A resposta pelo guia de 2026 |
|---|---|
Lactente de 5 meses, sibilos, sat 95%, mamando bem | Leve: orientação domiciliar, sem remédio |
Raio-X para confirmar bronquiolite | Não é rotina |
Salbutamol de prova | Não recomendado |
Corticoide oral | Não recomendado |
Sat 91% com tiragem moderada | Moderada: observação, O2 se persistir 92% ou menos |
Recusa alimentar com esforço moderado | Sonda gástrica antes de soro venoso |
Soro de manutenção hipotônico | Contraindicado |
Prematuro de 34 semanas nascido em abril | Nirsevimabe na maternidade |
Bebê de 1 ano com CIA pequena sem repercussão | Sem indicação de nirsevimabe |
Critério de alta | 12 h estável, sat acima de 92% em ar ambiente, mamando |
Questão no estilo do Inep
Lactente de 4 meses, nascido a termo, em julho, com coriza há 3 dias e, há 1 dia, tosse, taquipneia de 58 irpm, tiragem subcostal moderada, sem gemência, saturação de 91% em ar ambiente, mamando com dificuldade, sem apneia. Qual a conduta mais adequada?
A) Nebulização com salbutamol e prednisolona oral, com retorno em 24 horas. B) Radiografia de tórax e amoxicilina por 7 dias. C) Observação hospitalar com higiene nasal, oferta alimentar fracionada ou sonda gástrica, e oxigênio suplementar se a saturação persistir em 92% ou menos. D) Solução salina hipertônica nebulizada e alta com antitérmico.
Resposta: C.
Taquipneia acima de 50 irpm para a idade, tiragem moderada, saturação entre 90% e 92% e dificuldade alimentar classificam como bronquiolite moderada, que vai para observação com medidas de suporte; o guia indica oxigênio quando a saturação persiste em 92% ou menos e sonda gástrica antes de hidratação venosa quando a via oral falha. Broncodilatador, corticoide e salina hipertônica estão na lista do que não se recomenda, o que elimina A e D. Radiografia não é rotina e antibiótico só com evidência de infecção bacteriana, o que elimina B.
Perguntas frequentes
O que é bronquiolite viral aguda?
Precisa de raio-X?
Salbutamol funciona na bronquiolite?
Corticoide ajuda?
Quando dar oxigênio?
Quem recebe nirsevimabe no SUS?
E a vacina de VSR?
Quais os critérios de alta?
Confira sempre o guia vigente do Ministério da Saúde antes de decisões clínicas. Quer estudar pediatria pelos documentos que a banca usa? Conheça a preparação do Mundo Revalida.
O que é, quem causa e quando
Bronquiolite viral aguda é a síndrome de dificuldade respiratória em menores de 2 anos causada por infecção viral aguda com inflamação das vias aéreas inferiores. O vírus sincicial respiratório responde por até 80% dos casos; o rinovírus vem em segundo. No Brasil, o VSR circula com mais força de fevereiro a agosto, e quase todas as crianças são infectadas até o fim do segundo ano de vida; as formas graves são mais comuns na primeira infecção.

Resumo visual do tema. Fonte: Guia de manejo clínico da bronquiolite, Ministério da Saúde, 2026.
Quem corre mais risco de gravidade
Prematuridade abaixo de 37 semanas, baixo peso ao nascer, idade inferior a 12 meses e sobretudo abaixo de 6, displasia broncopulmonar, imunodeficiências, defeitos anatômicos das vias aéreas, cardiopatia congênita com repercussão hemodinâmica, doença neuromuscular, trissomia do 21 e fibrose cística. Tabagismo passivo, poluição e desmame precoce também pesam.
Diagnóstico: clínico, sem radiografia
Começa como resfriado, com rinorreia e obstrução nasal, e entre o 3º e o 5º dia aparecem os sinais de via aérea inferior: tosse, taquipneia, sibilos, crepitações, uso de musculatura acessória. Febre baixa pode existir. O pico de gravidade é entre o 3º e o 5º dia, e a tosse pode durar 3 a 4 semanas.
Radiografia de tórax não é rotina: leva a condutas desnecessárias e não distingue bronquiolite de pneumonia bacteriana. Fica para casos graves ou evolução desfavorável. Hemograma e proteínas de fase aguda só em caso grave ou dúvida. Teste viral por RT-PCR em hospitalizados com síndrome respiratória aguda grave, para isolamento e para evitar antibiótico.
Classificar a gravidade
Leve | Moderada | Grave | |
|---|---|---|---|
Nível de consciência | Normal | Normal ou irritabilidade leve | Irritabilidade ou letargia |
Padrão respiratório | Sem desconforto ou taquipneia leve | Taquipneia e/ou esforço moderado, retrações moderadas, sem gemência | Desconforto grave: retrações, gemência, batimento de asas nasais, balanço toracoabdominal |
Saturação em ar ambiente | Maior que 92% | 90% a 92% | Menor que 90% |
Apneia | Não | Não | Pode ter episódios frequentes ou prolongados |
Alimentação | Normal | Normal ou com dificuldade | Recusa alimentar |
Taquipneia por idade: mais de 60 irpm abaixo de 2 meses, mais de 50 de 2 meses a 1 ano, mais de 40 de 1 a 5 anos. Caso crítico é o que tem desidratação grave ou falência respiratória iminente.
Leve: casa, com orientação
Nenhuma intervenção farmacológica. Hidratação e alimentação, higiene nasal com soro fisiológico, antitérmico se precisar, higiene das mãos, evitar contato com outras pessoas e fumaça. Sem descongestionante e sem xarope para tosse. Retorno imediato nos sinais de alerta: dificuldade para mamar ou beber, vômitos frequentes, agitação ou letargia, convulsão, sinais de desidratação, cianose, choro fraco, aumento da frequência respiratória ou tiragem, gemência, estridor, apneia. Menor de 2 meses, mesmo leve, deve ter internação considerada.
Moderada e grave: hospital, com suporte
O manejo é suporte e monitorização. Não existe fármaco que mude o curso da doença.
Oxigênio umidificado por cateter nasal, 1 a 3 L/min, ou máscara, quando a saturação persiste em 92% ou menos ou há esforço persistente. Esforço que persiste mesmo com saturação boa é alerta para escalonar o suporte, como cânula nasal de alto fluxo.
Alimentação oral se o padrão respiratório permitir, em pequenas ofertas frequentes. Se não tolera, sonda gástrica antes de hidratação venosa, qualquer que seja o suporte ventilatório; cânula de alto fluxo não contraindica dieta oral. Venosa só com desidratação ou intolerância à sonda, com cautela: excesso congesta o pulmão, e a hiponatremia é comum. Fluidos hipotônicos não devem ser usados.
Tratar a febre, que aumenta taquipneia e perda de líquidos.
Aspiração nasal profunda não é rotina; pode piorar o edema.
Monitorar frequências, saturação, esforço, ingestão e diurese; monitorização contínua em alto fluxo, ventilação ou risco de apneia, como prematuros e menores de 2 meses.
O que o guia manda não fazer
Antibiótico sem evidência de infecção bacteriana. Broncodilatador, porque o mecanismo é edema e secreção, não broncoespasmo, e a prova terapêutica com salbutamol não é recomendada quando o diagnóstico é claro. Corticoide, sistêmico ou inalado, sem benefício na Cochrane com 17 ensaios. Adrenalina. Solução salina hipertônica nebulizada, com evidência inconsistente e eventos adversos. Montelucaste. Fisioterapia respiratória de rotina, reservada a casos individualizados com doença neuromuscular ou em ventilação mecânica.
Alta
Estabilidade clínica por pelo menos 12 horas, saturação acima de 92% em ar ambiente, melhora do padrão respiratório, ingestão suficiente para não desidratar e pais orientados. Tosse que passa de 4 semanas pede avaliação de tosse crônica.
Complicações
Desidratação, atelectasia, apneia, pneumotórax e sibilância recorrente. Apneia é típica do prematuro e do menor de 2 meses e é fator de risco para ventilação mecânica. Quem teve bronquiolite tem risco cerca de 2,4 vezes maior de sibilância recorrente e asma. Bronquiolite obliterante é rara e associada ao adenovírus.
Prevenção: as duas novidades do SUS
Vacina contra o VSR na gestante, a partir da 28ª semana, incorporada em 2025, protege o recém-nascido pelos anticorpos transferidos. Entra no calendário vacinal da criança pela via materna.
Nirsevimabe, anticorpo monoclonal de dose única por temporada, incorporado em 2025 e com protocolo de uso aprovado em março de 2026. Quem recebe no SUS:
Grupo | Quando |
|---|---|
Nascidos com menos de 37 semanas, qualquer peso, independentemente da vacina materna | O ano todo, de preferência ainda na maternidade |
Até 24 meses com cardiopatia congênita com repercussão, displasia broncopulmonar, imunocomprometimento grave, síndrome de Down, fibrose cística, doença neuromuscular ou anomalia congênita de via aérea | No período sazonal, fevereiro a agosto |
A segunda temporada só para quem tem comorbidade; prematuro sem comorbidade não repete. O palivizumabe, de 2012, cobria apenas prematuros de 28 semanas ou menos e exigia cinco doses mensais. Cardiopatia sem repercussão, como CIA ostium secundum pequena, CIV pequena ou persistência do canal arterial, não tem indicação.
Como cai na prova
O que a banca pergunta | A resposta pelo guia de 2026 |
|---|---|
Lactente de 5 meses, sibilos, sat 95%, mamando bem | Leve: orientação domiciliar, sem remédio |
Raio-X para confirmar bronquiolite | Não é rotina |
Salbutamol de prova | Não recomendado |
Corticoide oral | Não recomendado |
Sat 91% com tiragem moderada | Moderada: observação, O2 se persistir 92% ou menos |
Recusa alimentar com esforço moderado | Sonda gástrica antes de soro venoso |
Soro de manutenção hipotônico | Contraindicado |
Prematuro de 34 semanas nascido em abril | Nirsevimabe na maternidade |
Bebê de 1 ano com CIA pequena sem repercussão | Sem indicação de nirsevimabe |
Critério de alta | 12 h estável, sat acima de 92% em ar ambiente, mamando |
Questão no estilo do Inep
Lactente de 4 meses, nascido a termo, em julho, com coriza há 3 dias e, há 1 dia, tosse, taquipneia de 58 irpm, tiragem subcostal moderada, sem gemência, saturação de 91% em ar ambiente, mamando com dificuldade, sem apneia. Qual a conduta mais adequada?
A) Nebulização com salbutamol e prednisolona oral, com retorno em 24 horas. B) Radiografia de tórax e amoxicilina por 7 dias. C) Observação hospitalar com higiene nasal, oferta alimentar fracionada ou sonda gástrica, e oxigênio suplementar se a saturação persistir em 92% ou menos. D) Solução salina hipertônica nebulizada e alta com antitérmico.
Resposta: C.
Taquipneia acima de 50 irpm para a idade, tiragem moderada, saturação entre 90% e 92% e dificuldade alimentar classificam como bronquiolite moderada, que vai para observação com medidas de suporte; o guia indica oxigênio quando a saturação persiste em 92% ou menos e sonda gástrica antes de hidratação venosa quando a via oral falha. Broncodilatador, corticoide e salina hipertônica estão na lista do que não se recomenda, o que elimina A e D. Radiografia não é rotina e antibiótico só com evidência de infecção bacteriana, o que elimina B.
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